Crônica falada de Luiz Andrioli
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domingo, 18 de julho de 2010
sexta-feira, 21 de maio de 2010
O "Vampiro" de Curitiba - Luiz Andrioli
Do amigo Luiz Andrioli, hoje publicarei sua vídeo-crônica para a Rede Record de Televisão sobre Dalton Trevisan, tema da sua dissertação de mestrado. Vale a pena ver e ouvir.
sábado, 17 de abril de 2010
Crônica Hélio Leite - Luiz Andrioli
Como a crônica do Luiz Andrioli se refere a uma pichação e, sem a imagem ficaria capenga, publico o vídeo do seu programa, principalmente porque o homenageado é personagem central de um livro seu sobre o circo, o qual estou lendo e recomendo a todos. Mas não fiquem viciados não porque o objetivo do blog é a leitura e não a imagem.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
O pão e o IPTU - Luiz Andrioli
Esta crônica do Luiz Andrioli traz uma verdade que poderia ser colocada em prática. Bastava a população se articular pra isso. Não sei aí na sua cidade, mas, em Maceió, o carnê do IPTU geralmente chega na ressaca do carnaval. É uma dívida que a gente só para de pagar quando bate a caçoleta, mas, mesmo assim, os herdeiros continuam a receber o tal carnê.
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De Carnê do IPTU |

Lembrei-me do IPTU esses dias, ao comprar pão na panificadora aqui no meu bairro. O padeiro disse que o forno estava com problema e o pão havia perdido a qualidade. Por causa disso estava havendo desconto no preço do pãozinho. Eu paguei sem reclamar, afinal, problemas acontecem.
Taí uma ideia boa e honesta que dou para os nossos prefeitos. Nem sempre eles acertam na qualidade dos serviços. Nada mais justo que tenhamos, em alguns casos, um descontinho no IPTU. Convido os contribuintes que acompanham esta crônica a uma volta pelo bairro onde moram. Se achar um buraco na rua, ele deveria garantir um desconto no IPTU. A mesma regra seria aplicada para uma praça mal cuidada, fila no posto de saúde...
Vamos cobrar dos prefeitos o mesmo tratamento honesto que o padeiro deu aos seus clientes. Fica a minha sugestão: serviço municipal mal feito, desconto no IPTU.
Se a moda pegar, muitas prefeituras ficarão devendo dinheiro ao contribuinte.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Palhaço
Por Luiz Andrioli

Quando o meu pai me perguntou o que eu queria ser quando crescesse, eu

Uma vez, ainda criança, fui ao circo e ganhei um saquinho de pipoca. Esvaziei-o e coloquei nele um punhado de serragem para deixar embaixo do travesseiro. Assim eu podia sonhar com o circo sentindo o seu aroma. Na escola, um professor me disse:
- Já que você gosta tanto de circo, porque não foge com ele?
Na hora eu fiquei quieto e também não tive coragem de fugir. Nem precisava. Na verdade foi o circo que fugiu comigo. Existe dentro de mim um trapezista corajoso, um malabarista, um mágico, dois ou três equilibristas, uma linda bailarina, aquele punhado de serragem, um picadeiro e uma arquibancada fazendo festa.
Hoje eu sei que, por baixo de toda maquiagem, existe um palhaço triste – e é desta tristeza que o artista arranca sorrisos da plateia.
O circo me ensinou a ser muito prevenido. Sempre carrego uma bolinha vermelha de colocar na ponta do nariz. Para usá-la quando a vida fica séria demais.
Sobre o Novo Colaborador
Luiz Andrioli é escritor e jornalista. Atuou oito anos como repórter de televisão. Trabalha atualmente como apresentador, locutor e diretor artístico de TV. Pós-graduado em Cinema e mestrando em Literatura. Professor universitário e ator profissional. Como escritor, teve várias peças encenadas por grupos de teatro de Curitiba, dentre elas, “Não só as Balas Matam” (2001). Autor da biografia “O Circo e a Cidade – histórias do grupo circense Queirolo em Curitiba” (Editora do Autor, 2007). Para crianças, escreveu “A menina do Circo” (Pró-infanti Editora, 2009). O seu site [ www.luizandrioli.com ] encontra-se linkado neste blog.
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